Terça-feira, 23 de julho de 2019

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Campanha busca conscientizar sobre doenças inflamatórias intestinais

Publicado em 19.05.2016 17:33

maio

#MaioRoxo: Palestra no Hospital da Cidade abordou o cuidado multiprofissional da doença.

O Hospital da Cidade de Passo Fundo aderiu a campanha Maio Roxo, realizada em todo o mundo com o objetivo de informar e conscientizar a população sobre as doenças inflamatórias intestinais, que incluem a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa. Na noite da quarta-feira (18), os Serviços de Gastroenterologia e Proctologia do HC promoveram uma palestra aberta a comunidade que discutiu a importância do atendimento multiprofissional para a qualidade de vida dos pacientes diagnosticados com as doenças.

Segundo estimativas divulgadas pelos organizadores da campanha Maio Roxo, em todo o mundo, 5 milhões de pessoas foram diagnosticadas com a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa. Ao todo, diversos países em pelo menos quatro continentes – entre eles, a Argentina, Austrália, o Canadá, Israel, o Japão, a Nova Zelândia, os Estados Unidos e 28 nações europeias – devem promover ações para marcar o Dia Mundial da Doença Inflamatória Intestinal, lembrado em 19 de maio “todas estas associações estão unidas para lutar pela qualidade de vida dos pacientes com doença de Crohn, para que as pessoas consigam ter mais informações sobre essa doença e que socialmente a gente consiga ajudar estes pacientes a ter uma qualidade de vida melhor. Então, este é o intuito do Maio Roxo e por isso que nosso hospital e consequentemente Passo Fundo entraram nesta luta” destacou a gastroenterologista do HC, Angelina Dantas Costa durante o evento.

A doença de Crohn e a retocolite ulcerativa afetam o sistema digestivo e causam inflamação crônica no tecido intestinal, provocando feridas e sangramento. O impacto destas doenças nos aspectos físico e psicológico foi abordado pelo médico psiquiatra, José Ribamar Saraiva, enquanto a importância do acompanhamento nutricional foi apresentado pela nutricionista do HC, Cláudia Nunes Pimentel “muitas pesquisas nos mostram que estes pacientes, em função da patologia, acabam tendo um agravamento nutricional bastante importante. E isto é um fator determinante no tratamento destes pacientes” lembrou Cláudia. O diagnóstico, tratamento         e intervenções necessárias durante o acompanhamento das doenças foram abordados pela gastroenterologista, Angelina Dantas Costa e pela coloproctologista, Ornella Sari Cassol.

Texto: Natieli Batistela / Comunicação HC

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