Quarta-feira, 18 de setembro de 2019

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Trabalho em altura: informações importantes que você precisa saber

Publicado em 25.04.2016 13:56

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Você sabia que todo trabalho executado acima de dois metros do nível inferior, que proporcione risco de queda ao indivíduo, é considerado Trabalho em Altura?

Desde o dia 27 de setembro de 2012 vigora no Brasil a NR 35 (Norma Regulamentadora de Trabalho em Altura), que estabelece e explica quais são os requisitos mínimos e as medidas de proteção necessárias para o desenvolvimento do Trabalho em Altura. Essas orientações envolvem o planejamento, a organização e a execução das atividades seguindo as garantias mínimas à Saúde e Segurança do Trabalhador.

A NR-35 regulamentou as funções dos trabalhadores capacitados e autorizados a exercer as atividades dessa área, que se estende em diversos campos profissionais, principalmente no segmento da construção civil.

Entre as normas, destacamos a importância e a obrigatoriedade das avaliações em relação ao estado de saúde e as condições físicas e psicológicas do indivíduo. Essa etapa tem como objetivo provar que o colaborador está apto a executar tais atividades em altura. Para comprovar a capacitação médica, o colaborador deve ser submetido à exames médicos ocupacionais complementares obrigatórios para a finalidade, os quais pode-se citar o eletrocardiograma, eletroencefalograma, glicemia de jejum, gama GT, entre outros, a critério do Médico Coordenador de cada empresa.

Além disso, todos os trabalhadores que executarem Trabalhos em Altura deverão receber um treinamento específico sobre a atividade, sendo fundamental passar por treinamento inicial, bienalmente, e/ou sempre que houver necessidade.

É de extrema importância que, tanto o patrão, quanto o funcionário tenham conhecimento sobre o uso dos equipamentos de proteção individual (EPI’s) durante a jornada de trabalho.

Os EPI’s são indispensáveis para a execução do trabalho em altura. Para esta atividade, deve-se observar a utilização do cinto de segurança tipo paraquedista: obrigatório em atividades superiores a 2 metros de altura e que apresentem risco de queda; cadeira suspensa para subida e descida: é obrigatória no trabalho em altura em que exista necessidade de deslocamento vertical; trava-queda: indispensável em atividades que realizam movimentação vertical em andaimes suspensos. Este fica acoplado ao cinto de segurança que é ligado ao cabo do equipamento.

Hoje o mercado oferece diversas opções para cada um desses itens, dependendo do que o colaborador estiver procurando.

É importante que os trabalhadores respeitem e conheçam todas as normas e riscos antes de exercer tais funções. É indispensável que o funcionário utilize todas as técnicas necessárias, verificando com cuidado todos os EPI’s específicos que garantam a sua proteção diária, assim como o bom estado de conservação desses utensílios. Lembre-se que a pressa não encurta o tempo, mas sim a vida.

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